{"id":2149,"date":"2021-03-27T01:48:54","date_gmt":"2021-03-27T04:48:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/?p=2149"},"modified":"2021-03-28T15:25:49","modified_gmt":"2021-03-28T18:25:49","slug":"casarao-vermelho-coracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/2021\/03\/27\/casarao-vermelho-coracao\/","title":{"rendered":"CASAR\u00c3O VERMELHO! (CORA\u00c7\u00c3O)."},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Passei por tantos ciclos. Cada um foi \u00fanico. Simples. Sofisticado. Glamoroso. Colorido. Preto e branco! Muito diferente um do outro. Em cada um deles uma hist\u00f3ria emocional. Uma nova vibra\u00e7\u00e3o. Diferentes sensa\u00e7\u00f5es. Minha primeira morada foi quente. Energ\u00e9tica. Tinha um &#8220;qu\u00ea&#8221; de tristeza. Mas n\u00e3o sofri. Havia sintonia com afetos genu\u00ednos constantes.\u00a0 Calor foi mais intenso do que ocasionais frios que ocorreram.\u00a0 Sensa\u00e7\u00f5es incr\u00edveis de vida. Pulsa\u00e7\u00e3o! O segundo ciclo\u00a0 assustou-me em muitos momentos. Risco de vida misturado com cheiro de p\u00e3o quente saindo do forno. Ambival\u00eancia. Sabores e odores do forno quente, tra\u00e7aram rumos para a pr\u00f3xima etapa onde cheguei feliz. Terceiro ciclo foi muito divertido. Inocente! Cores estimulantes embelezando a vida. Dava vontade de nunca mais sair de l\u00e1. C\u00e9u azul turquesa e nuvens cor de rosa.\u00a0 O tempo soberano, n\u00e3o para. N\u00e3o quis saber. L\u00e1 fui eu em dire\u00e7\u00e3o ao caminho para o pr\u00f3ximo ciclo. Cheguei e n\u00e3o acreditei! Foi melhor que o anterior. Singular. M\u00fasicas de todos os ritmos. Euforia. Paix\u00e3o. Sons delirantes num convite a lux\u00faria. Sedu\u00e7\u00e3o! Muitas vezes, total confus\u00e3o. Noutras, acolhimento e ternura. Dava pra pirar nesse vai e vem, n\u00e3o fosse o bom senso pedindo licen\u00e7a.. &#8220;Horm\u00f4nios em excesso mobilizam e desestabilizam&#8221;! Outra morada de onde n\u00e3o queria partir. Era bom demais sentir a gangorra nas alturas! Tamb\u00e9m \u00e9 verdade que muitas vezes sangrei. Pensava em parar por ali. Ir embora para sempre; ent\u00e3o pulsava mais devagar, tentando segurar no que dava. No entanto, em algum outro momento, recebia energia vital voltando a pulsar com mais tranquilidade. Assim continuava\u00a0 brincando e chorando no processo da vida. Confesso que muitas vezes fui incauto. Tive que carregar sequelas inevit\u00e1veis para o pr\u00f3ximo momento. &#8220;Sonhos e fantasias idealizadas imposs\u00edveis de se realizarem&#8221;. Sofri novamente. Quase enfartei. Enfrentei dinossauros e abutres gigantes. Sobrevivi. Fui me fortalecendo com o transcorrer desse tempo. N\u00e3o \u00e9 raro um arco \u00edris<\/span><span style=\"font-size: 14pt;\"> colorir o sangue vermelho. Mais amadurecido j\u00e1 sei o que busco nos sonhos. Nessa nova e \u00faltima morada j\u00e1 me permito o infinito. Escolho com mais cuidado evitando flechas venenosas. Nem sempre consigo proteger-me.\u00a0 Experi\u00eancias vividas durante todo o meu processo de vida deixaram o legado de que sou dono de mim. Hoje me permito. Risonho ou carrancudo. Reagir e expressar sentimentos e afetos. Sejam quais forem. &#8221; SANGUE VERMELHO VIVO PULSANTE DEIXANDO O CORA\u00c7\u00c3O LIL\u00c1S!&#8221;.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Passei por tantos ciclos. Cada um foi \u00fanico. Simples. Sofisticado. Glamoroso. Colorido. Preto e branco! Muito diferente um do outro. Em cada um deles uma hist\u00f3ria emocional. Uma nova vibra\u00e7\u00e3o. Diferentes sensa\u00e7\u00f5es. Minha primeira morada foi quente. Energ\u00e9tica. Tinha um &#8220;qu\u00ea&#8221; de tristeza. Mas n\u00e3o sofri. Havia sintonia com afetos genu\u00ednos constantes.\u00a0 Calor foi mais &hellip; <a href=\"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/2021\/03\/27\/casarao-vermelho-coracao\/\" class=\"more-link\">Continue lendo<span class=\"screen-reader-text\"> &#8220;CASAR\u00c3O VERMELHO! (CORA\u00c7\u00c3O).&#8221;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2149"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2149"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2149\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2157,"href":"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2149\/revisions\/2157"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2149"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2149"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.conversasdocoracao.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2149"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}