O ABUTRE HUMANO! (IMPIEDADE).

A qualidade dos alimentos que ingerimos determina o nosso equilíbrio energético e orgânico. É como um divisor de águas entre a saúde e a doença. É incrível a diferença entre as pessoas que vivenciam este conceito. Nos últimos tempos tem havido muita divulgação através das mídias e uma crescente ampliação da consciência sobre o tema. Toda a alimentação natural é mais saudável. Dá mais prazer! A natureza nos oferece uma gama incrível de sabores para os mais diferentes gostos. A criatividade da gastronomia moderna oferece alternativas deliciosamente surpreendentes. Há nove meses, chegou uma pessoa  em minha clínica, um tanto fragilizada, mas com muita determinação. Queria reeducar  suas vontades e necessidades alimentares. Ela chegou  dizendo se sentir compulsiva em “comer”. Inteligente e interessada, pesquisou sobre o tema. Percebeu que sua gula estava relacionada a muita ansiedade e dificuldade de resolver os seus conflitos. Todas as vezes em que se sentia angustiada, corria pra cozinha. Abria a geladeira e se atolava nas guloseimas. Isso acontecia principalmente durante as madrugadas. É como se, preenchendo o estômago, o coração não tivesse espaço pra sofrer! Se deu conta que essa situação estava cada vez mais recorrente. A balança não cansava de acusar esse seu comportamento doentio. Percebeu também que, dependendo do que ingeria o seu organismo, tinha uma resposta específica. Todas as vezes que comia carne, sentia a digestão  mais lenta e pesada. Empachada mesmo! Apesar disso, a compulsão em comer só aumentava. Não conseguia se desvencilhar. Sentia-se presa em teias ocultas, inconscientes. Era como se, ao não obedecer  a esse impulso compulsivo, iria morrer de angústia. Enorme dificuldade em lidar com suas questões emocionais, veio buscar ajuda. Na medida em que  foi realizando a sua “viagem interna”, começaram a aflorar situações de carências. Medos e muitas raivas inconscientes. Ficou ambivalente:  entrar em contato com sentimentos tão intensos, bloqueados, há muito, em seu peito, era difícil, mas lhe trazia imenso alívio e uma expansão de consciência. “Quantos alimentos nocivos à alma e ao corpo envenenando o seu organismo!”. Numa das sessões, reviveu a situação emocional mais dolorosa que tinha experienciado. Cena intensa. Destruidora. Qualificou de “abutre humano”, sua melhor amiga. Roubou o seu amor. Sem piedade e friamente. Sentiu-se invadida. Traída duplamente.  Humilhada. Quanta rejeição e raiva armazenou desde então. Não tinha se dado conta disso. Defendeu-se no orgulho. Cabeça erguida e coração esmagado! “Defesas não resolvem nenhum conflito”! Engordou catorze quilos. Não se reconhecia mais. Tinha perdido o seu amor e a sua identidade! Percebeu que se auto sabotara. Agora, está fazendo um caminho de volta a si mesma. Transformação radical! Aderiu a uma alimentação vegetariana. Não soube explicar o porque, mas, decidiu nunca mais comer carne. Disse que não foi só pela lenta digestão que sentia, mas, principalmente, por respeito à vida. Compaixão aos animais! Seres sensíveis e amorosos. Precisam ser respeitados e amados. Parece que suas dores a deixaram mais sensível ao sofrimento do outro. Mais capacidade de empatia. Mudou todo o costumeiro cardápio. Diz que sua mesa ficou colorida e energética. Está paulatinamente recuperando o equilíbrio emocional e físico. Voltou a se sentir bonita. Mais atraente. Fortalecida. Já consegue se auto controlar. Resolveu trabalhar contra matanças de animais. Está participando de uma ONG. Diz que não precisa da vida deles pra ter saúde e alegria de viver! Quanto à sua amiga traíra? Outro abutre a atacou. NÃO SOBROU NEM PENAS!

1.128 comentários em “O ABUTRE HUMANO! (IMPIEDADE).”

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